24/01/2011 Marcinha 2Comentário(s)

“Eu e o Allan nos conhecemos na madrugada do dia 30 de abril para o dia 1 de maio de 2008, em Ipanema, num pub irlandês. Duas primas minhas tinham vindo me visitar dos EUA e era a primeira noite delas no Rio. Como estavam muito cansadas, decidimos ir a um lugar perto de casa, esse pub fica uma quadra e meia da casa dos meus pais. A noite parecia ser como outra qualquer, até que conseguimos uma mesa e de repente notei que o Allan (só soube o nome dele dois dias depois) estava olhando para mim, confesso que fiquei em dúvida se estava olhando para mim mesma ou para alguém atrás de mim, (risos), então me virei e vi que só tinha uma roda de homens atrás. Comentei com as minhas primas que ele não parava de olhar e elas me falaram para ir falar com ele, porém eu disse que se ele realmente quisesse iria se levantar e viria falar comigo.  Coisa que ele não fez. Depois de um tempo ele e os amigos resolveram ir embora e foram para a fila pagar a conta. Senti meu coração apertado, e vi que era minha última chance de conhecer aquele moço misterioso. Pedi para as minhas primas para irmos pagar a conta. Elas até brincaram falando, “-Ah, agora você quer ir embora?”. Na fila a troca de olhares continuou e nós dois estávamos mudos, até que uma das minhas primas resolveu me dar um empurrãozinho, se apresentou a ele e lhe perguntou se falava inglês, ele respondeu que sim, ela continuou dizendo que se ele não entendesse algo, que eu poderia traduzir, já que falava português. Fiquei morrendo de vergonha, não sabia nem o que falar, tudo que eu consegui dizer foi boa noite. Depois que descemos, um amigo do Allan veio me pedir meu e-mail para ele. Foi ali que percebi como ele era tímido e que com certeza eu não ia deixá-lo escapar! Demorou duas semanas, mas ele finalmente me chamou para sair e tomar um vinho. Encontro esse que foi um desastre, afinal uma amiga minha resolveu aparecer e participar do encontro, sabe se Deus por quê?!  Fiquei super sem graça, e no dia seguinte mandei uma mensagem pedindo desculpas e perguntando se a gente não poderia sair novamente. Ele respondeu que poderíamos desde que eu não contasse a ninguém para onde iríamos. E assim, nosso primeiro encontro foi um “queijos e vinhos” no Parque do Penhasco – Leblon e depois, à noite, fomos para o deck da Lagoa com direito a uma Lua cheia enorme! Até o casamento foram 2 anos e meio entre namoro e noivado. Passou tão rápido! Ele realmente me faz muito feliz, foi o homem que escolhi para ser meu companheiro, pai dos nossos filhos e viver uma vida toda juntos.” (Lakshmi)

2 comentários em “Lakshmi e Allan

  1. Marcinha,

    Meu casamento foi um sonho, costumo dizer para as minhas amigas e quem pergunta que Você e a Gi foram as melhores aquisições que eu tive no meu casamento! Obrigada por me ajudar a realizar esse momento tão especial na minha vida e na do Allan também!!! Meninas, a Marcinha é mais do que uma cerimonialista, ela é um anjo da guarda! beijos e saudades!

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